Redação | 16/08/2016 Em jogo de muitos erros, Brasil avança na raça e no embalo da torcida
Entrada de Lipe foi importante para a sobrevivência do Brasil, ainda que ele tenha cometido erros eventuais

POR CAROLINA CANOSSA / BLOG SAÍDA DE REDE

Não foi uma apresentação dos sonhos, mas foi o suficiente. Em uma partida com uma carga enorme de dramaticidade, a seleção brasileira masculina de vôlei bateu a França por 3 sets a 1 (25-22, 22-25, 25-20 e 25-23) e garantiu sua sobrevivência na Olimpíada do Rio de Janeiro. De quebra, mandou os Bleus, um dos mais fortes candidatos ao pódio, mais cedo de volta pra casa.

Curioso é que o Maracanãzinho lotado, aquele mesmo que o craque Earvin Ngapeth não temia, teve papel importante na vitória. Pressionados e com um ginásio inteiro torcendo contra, os europeus erraram demais: 33 vezes, sendo 22 no saque. A estratégia era clara: desestabilizar a hesitante recepção brasileira. Mas, alçado à condição de titular no jogo mais importante do ciclo olímpico, Lipe correspondeu à altura, em que pese algumas falhas eventuais. O ponteiro ainda se destacou no saque, sendo a principal arma do Brasil no fundamento.

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