Redação | 14/07/2017 Copeu, aos 74, ainda bate uma bolinha

O ponta direita Carlos Cidreira, o Copeu, nascido em 26 de setembro de 1943, em Salvador-BA. O jogador passou por São Bento e Palmeiras nos anos 60 hoje reside aqui em Campo Grande, onde é treinador do Projeto Futebol da Prefeitura Municipal. Ele é o maior artilheiro da história do Comercial, clube que defendeu entre 1973 e 1975. Hoje é cidadão campo-grandense em projeto aprovado pela Câmara Municipal. Copeu esteve no jogo em que Biro-Biro jogou na Vila Nasser.

Pelo Verdão, Copeu fez 122 jogos, com 69 vitórias, 30 empates e 23 derrotas. Marcou 16 gols, segundo o Almanaque do Palmeiras de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti.

Era mais conhecido pelo espírito de luta do que pela técnica. Para ele não existia bola perdida. Pelo Palmeiras conseguiu o título da Taça Roberto Gomes Pedrosa, em 1969.
Uma das maiores lembranças do ex-ponta é a partida do Comercial contra Santos, com Pelé e companhia. O Colorado venceu pelo placar de 1 a 0, gol de Gil aos 42 minutos do primeiro tempo. Ainda teve um pênalti defendido pelo goleiro Cejas.

No dia 21 de agosto de 2007, Copeu recebeu o título de Cidadão Campograndense, por indicação do vereador Athayde Nery. Segundo o político, essa foi uma maneira de homenagear um jogador que teve grande contribuição para o futebol nacional e estadual. Curioso é que ele veio para Campo Grande em 1973 para passar apenas três meses e lá ficou. “Foi dando tudo certo, esta cidade é maravilhosa, tem um clima ótimo. Para a Bahia só volto para passear”, diz.

Atualmente, participa da Copa Peladão 2017 da AABB, onde todos os domingos é possível encontrá-lo jogando uma bolinha ou dando umas voltas na caixa de areia.

CONTRATAÇÃO

Ex-diretor do Comercial trouxe o jogador

ESPORTEMS

O atacante Copeu foi trazido para Campo Grande pelo ex-diretor do Comercial Tenório Cavalcanti. Ele lembra que o jogador estava no interior de São Paulo e precisando montar um bom time para vencer o rival na seletiva para a disputa do Campeonato Nacional, Tenório disse que de passagem também trouxe o atacante Gil. E os dois acabaram sendo fundamentais para, não só as partidas vencidas na seletiva, como também para o Nacional.

O sucesso dos dois foi tanto que no outro ano, o atacante Gil, bem mais novo que Copeu acabou indo para o Fluminense e chegando a Seleção Brasileira.

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